segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Testei: Blush da Ruby Rose

Oi gurias!
Hoje vim mostrar um pouquinho a vocês desse maravilhoso item da Ruby Rose! Todo mundo hoje sabe que eu odiei a base da marca, e quando isso acontece eu acabo insistindo em outros produtos da mesma marca afim de descobrir algo de bom neles. Foi assim que conheci o blush da Ruby Rose.
Eu não era muito viciada em make ate ter um blog, então minhas makes sempre eram da Avon, escolhidas no conforto do meu sofá. Porém agora que pesquiso outras makes, resolvi dar a chance também ao blush.


O blush da Avon é ótimo, não estou dizendo que não é. Porém ultimamente os produtos da marca tem ficado bem carinhos, e existem outros produtos nacionais com mesmo efeito e qualidade e muito mais em conta. Sim! Eu estou falando do blush da Ruby Rose.



Vem em bem mais quantidade, apesar da embalagem ter o mesmo tamanho, e tem uma pigmentação magnífica, eu só faço encostar o pincel no blush, sem esfregá-lo e ele pigmenta maravilhosamente as buchechinhas. E nesse quesito ele ganha ponto extra.



Outra coisa que gostei, ele se adapta muito bem ao rosto e vem com espelhinho. Mega resistente, a paletinha não quebrou na minha mão, o que acontece muito com alguns outros produtos.



A minha cor é mais puxado para o vermelhinho porque é blush e não contorno (b23). E eu paguei acho que 12,00 reais por ele, o que vale mega a pena já que blushs duram uma eternidade em minha mão.

Para explicar melhor eu fiz um vídeo para vocês entenderem:


O que vocês acharam?
quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Frases do livro: Quarentena Amorosa



" Separar-se de alguém é um processo. E existem duas formas de vivê-lo: tem gente que vai se separando até o dia em que se separa; e gente que se separa e, com o tempo, vai se separando. Procure entender o que está acontecendo com você. "

" Separar-se é um processo. Só quem não se vive se  separou pode duvidar. Uma relação a dois é como uma trama, um tecido com muitos fios entrelaçados que incluem pessoas, memórias, planos, neuroses. Não se corta facilmente, como uma faixa de inauguração de um shopping, com apenas uma tesourada. Para se romper essa trama, é preciso cortá-la em vários sentidos, esgaçá-la com forças opostas, descosturá-la. E isto não se faz do dia para a noite. Ainda mais quando essa trama também foi sendo tecida ao longo de um tempo razoável de relacionamento. "

" Só há uma maneira de atravessar um deserto: caminhando. Não tente correr, não ouse parar. "

" É preciso caminhar um pouco todo dia. Economizar forças e mantimentos, tendo como meta dar um passo após o outro- é só. Quem tenta correr arrisca se cansar demais antes de enxergar mudanças no horizonte. "

" Gostava de dizer que, assim como a chuva passa, isso também iria passar. "

" Há um tempo para cada coisa. Tempo para nascer, tempo para morrer. Tempo para plantar, tempo para colher. Tempo para chorar, tempo para rir. "

" A separação amorosa é comparável a uma travessia do deserto. "

" É importante não ficar parado. Se tiver vontade de ligar, ligue. Se achar que ainda tem jeito, lute. Se tiver vontade de chorar, chore. Faz parte do processo. "

" Basta um fósforo aceso para iluminar toda uma sala, porque a mínima luz será sempre mais forte do que a ausência dela. "

" Não tente usar novas relações como muleta. Ao apoiar-se nelas você pode levar um tombo feio. "

" Ás vezes, você está tão frágil que não enxerga o óbvio: a pessoa á sua frente não serve para você. "

" Pressa em buscar novos relacionamentos é que você pode embarcar em grandes roubadas. "

" Aproveite o período de recolhimento para aprender mais sobre você. E não tenha medo de livrar seu coração de conceitos, hábitos e pessoas que só servem para machucar. "

" Se um dia vocês sofrerem muito, de amor ou de saudade, cuidem do corpo, ouviram bem? Cuidem dele com atenção. É o corpo que sofre os efeitos das nossas escolhas, não a cabeça. Esse negócio de coração é reducionismo. É o corpo que adoece. Inteiro. Como uma única peça de filé mignon. "

" Quando sofremos uma perda emocional, não é só o coração que sofre, todo corpo sofre a essa dor. "

" Ser gentil com os outros não é só uma questão de educação. É uma excelente estrategia para formentar novas oportunidades. "

" Ser gentil não é ser puxa-saco. Ao contrário é a prima grandiosa da elegância. "

" A gentileza não é como uma sola de sapato, que gasta quando você usa. Muito pelo contrário. Quanto mais você praticar, mais fácil e fluido será seu movimento. "

" Superar uma dor, significa, muitas vezes, aprender a rir dela. "

" Mente vazia é mesmo excelente oficina para se fabricar péssimas ideias. "



quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Livro 76°: Quarentena Amorosa


Titulo: Quarentena Amorosa
Autora: Angela Brandão
Ano: 2015
Editora: Sextante
Páginas: 192
Classificação: Comédia romântica / Auto-ajuda
Frases do livro


Sinopse: Terminar um relacionamento não é nada fácil. Quase sempre, a dor da separação vem acompanhada de um mundo de incertezas. E agora? Como fazer para seguir em frente?
Pensando nisso, a jornalista, cantora e compositora Angela Brandão propõe o que ela chama de quarentena amorosa, um período de cuidados especiais para ajudar você a cicatrizar as feridas, cuidar de si e recuperar o amor-próprio.
Recheado de boas histórias e pontuado por trechos de canções e poemas inspiradores, este livro apresenta 12 princípios práticos para sair da inércia que acompanha o fim de uma relação e dar início ao processo de cura.
Por mais difícil que possa parecer no início, a resposta que buscamos está em ações ao nosso alcance: criar hábitos novos, cuidar do corpo e da aparência, evitar atitudes radicais e apostar apenas em relações que interessam, sejam elas com pessoas, lugares, objetos ou memórias.
Dando os passos certos, um de cada vez, você pode descobrir que a quarentena era o período que você precisava para voltar a desfrutar a melhor companhia de todas. A sua.


Minha opinião: Todo mundo sabe que eu nunca leio a sinopse antes de realmente decidir ler o livro. Dai compro o livro e fico imaginando o que a capaz me diz, sim! As capas falam comigo, rs.
Então quando compre esse livro tive um pensamento: é um livro que te livra de passar pela deprê do fim de um relacionamento, sem querer correr loucamente atrás do bendito bandido que um dia roubou teu coração. Então esse foi o motivo de ter demorado de ler esse livro. Na primeira oportunidade de uma quase briga, lá estava eu lendo.
Não vou dizer que é o melhor livro do mundo, mas teve momentos de muito aprendizado, e que ri muito com as ideias e iniciativas que esse livro teve. Lembro que em algum momento da história (e na minha opinião, a melhor) a autora conta que uma mulher na dúvida do que fazer com a prancha do ex -marido, é por acaso o artigo que ele mais amava e que ela ainda não tinha conseguido se desfazer, deixou a prancha em casa até ela pensar na melhor artimanha. E por causa de uma ligação desaforada dele, ela simplesmente fez a prancha de pedacinhos e mandou por ele por correio, pra empresa que ele trabalhava, para que ele tivesse o trabalho de montar na frente de todos, e que todos soubessem quem era ela. UMA INSPIRAÇÃO PARA O PRÓXIMO QUE TENTAR ME ATACAR, KKK.
O livro tem uma leitura rápida, intuitiva e engraçada. Os primeiros capítulos ele fala bastante sobre a superação, de formas que você podia até conhecer, mas nunca se dava conta do que fazia ou pensava de errado. Ele te mostra essa superação através de histórias de personagens, de que forma agir e pensar. E com isso não só melhorando sua mente, mais tratando principalmente do corpo. Parece uma grande surpresa, mas a autora cita muito sobre a estética do corpo. Não por motivos de exibições futuras, mas se o corpo tiver mais forte, a cabeça será mais forte também.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Livro 75°: A mulher perfeita é uma vaca


Titulo: A mulher perfeita é uma vaca
Autora: Anne Sophie Girard & Marie Aldine Girard
Ano: 2015
EditoraIntrínseca
Páginas: 160
Classificação: Comédia


Sinopse: Todo mundo conhece uma mulher perfeita, aquela de modos requintados, corpo esbelto, ativa, culta, sem olheiras... e insuportável. Já você passa a vida toda lutando contra a balança, o chocolate, a preguiça de ir à academia, a falta de tempo, os planos que não dão certo. Você está sempre em busca da perfeição e, no fim, só o que consegue é se sentir infeliz. Pois saiba que ser perfeita é uma ilusão — e o pior: não evita celulite nem flacidez. Ao contrário, pode fazer muito mal à saúde e causar depressão. Este livro é o guia definitivo para as mulheres imperfeitas — ou seja, para todas as mulheres. Com ele você aprenderá a enxergar em si mesma as qualidades que a mulher perfeita jamais terá: por exemplo, saber como manter a dignidade mesmo estando de pileque, ter a consciência de que um quilinho extra pesa menos em uma alma mais leve e que para conseguir as respostas certas basta não fazer as perguntas erradas.
Um manual prático e infalível criado pelas gêmeas Anne-Sophie e Marie-Aldine Girard, que reuniram nessas páginas todo um vasto conhecimento obtido a partir de extensas pesquisas, levantamentos detalhadíssimos e muitos happy hours com as amigas. As duas abusam da ironia e do humor ácido para derrubar os complexos que mais atormentam as mulheres e ensinar a cultivar uma autoestima indestrutível. Leia e entre definitivamente no mundo das mulheres imperfeitas que sabem desfrutar a vida!

" Porque aceitar-se imperfeita é se aproximar da plenitude. "


" Mulheres que ficam à vontade de salto alto medem obrigatoriamente menos de 1, 60 metro. "


Minha opinião: Sai frustrada com esse livro. Primeiro porque nunca tinha visto esse livro antes, achei na promoção. A capa é mega chamativa, te faz ter mil ideias sobre um livro só. Juro pensei mil coisas quando comprei esse livro, criei mil expectativas.
Enrolei por meses pra ler porque queria um tempo a sós com esse livro, mas o que aconteceu é que foi um livro normal, de coisas normais que não me surpreendeu em nada. O que aconteceu é que eu achei um livro sem muita utilidades, com coisas que a gente rir em uma mesa de bar. Mas em fim.
O livro é dividido em capítulos que seriam "regras". As regras são até bem interessantes, me lembrou muito o livro de Isabela Freitas (kit Não se apega, não.) São capitulo bem pequenos, cheio de teorias e lembranças de acontecimentos que se passa com mais da metade das mulheres.


Em alguns capítulos, ele te pede pra responder algumas coisas, então é meio interativo. Ele te dá algumas dicas sobre relacionamento e convivências no geral. Mas nada novo. Esse livro me lembrou um outro que teve o mesmo aspecto (O que toda mulher inteligente deve saber), resenhado aqui no canal.
Em fim basicamente esse é o livro. Eu tinha pensando que seria uma história bombástica de uma mulher fodona, que levou um fora ou sei lá o que, e de repente virou uma mulher incrível botando qualquer outra no chinelo, e ensinando como fazer isso. Mas não foi isso que aconteceu e por isso meu desapontamento pelo livro.

Alguém já leu esse livro? O que achou?

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Recebidos do Rosegal

Oi gurias!
Tem alguns meses que tenho recebido produtinhos do Rosegal!
Então decidi fazer o post hoje mostrando tudo que recebi! Então confere as dicas depois das fotos! Serão preciosas!


Chegaram dois relógios que vocês vão ver mais abaixo! Gente eles são incríveis, lindos e muito bem feitos! A única coisa que não curtir e que eles são dourados e os feches do relógios são pratas.


Já os anéis me decepcionaram, mesmo sendo mega baratos, não vale a pena. Na foto da pra ver isso. Eles desbotaram desde o primeiro uso.


Os dois relógios foram cinco dólares também!




Esses anéis pratas e os que duraram mais intactos e ainda não desbotaram.



Os dois conjuntos de anéis, o  prata e o dourado foram 5 dólares. 



Todo mês tem novos produtinhos! E to amando! Mas descartei escolher bijuterias! E vocês o que compraram que gostaram?
quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Um grande desabafo


Na nossa vida tudo muda em questões de segundos. Sua vida vem abaixo e você não tem nenhuma escolha nesse momento. Essa semana parei para refletir sobre minha vida, e porque quando as coisas parecem bem tudo desmorona e dá errado.
Quando me formei em enfermagem tinha três certezas, a primeira é que nunca quis fazer enfermagem, fiz porque meus pais queriam que eu fosse médica que nem meu irmão, e eu não passei em medicina, mas essa certeza veio com tudo no 5° semestre, porém já no fim do curso, resolvi que para não ser uma decepção na família iria terminar o curso. Segundo que já que eu tinha feito enfermagem tinha três saídas: me especializar em emergência, pediatria ou UTI.
Terceiro que eu nunca quis formatura e esse dinheiro eu queria viajar, ou fazer pós ou encarar a vida pra entrar em Medicina.
Me formei e fiz a festa, que era o sonho de minha mãe, e tudo começou errado dai: o fotógrafo não apareceu, a câmera não tinha bateria, e minha tia resolveu cantar música brega em uma festa que só tinha gente nova. Todos os meus amigos odiaram e falaram isso na minha cara. Tive vontade de chorar por dias, mas nunca disse nada a ninguém, minha mãe fez o maior esforço para me dar a festa que eu mal tenho fotos.
Meses depois chegou o natal, era nosso primeiro natal sem árvore, eu amo o natal, era a época mais linda e triste de todas. Eu jamais podia deixar nossa casa sem árvore, mas não tinha dinheiro para comprar uma. Então alguns dias antes do natal, eu e meu pai fizemos uma árvore de algodão, juntos, e ficou linda. Vou me lembrar como ontem, foi o nosso momento e estávamos orgulhosos. Tinhamos uma árvore linda.
Três meses depois, exatamente dia 30 de março descobrimos que meu pai tinha câncer, na verdade ele mais parecia uma árvore de natal acesa. Dentro de 14 dias, passamos pelo maior inferno que eu poderia imaginar que aconteceria. Mentimos para meu pai, não há nada que poderíamos fazer, contar a verdade só o atormentaria. Mentimos por 13 dias. Passei as 24 horas com ele pedindo a Deus que resolvesse isso, não o queria ver ele sofrer. Nesse tempo recebi uma ligação de uma hospital de São Paulo, contrato imediato, sonhei em trabalhar lá, mas naquele momento jamais deixaria meu pai, e recusei o convite.
Eu ainda não tinha dado e recebido todos os abraços dele, não tinha dito vezes o suficiente que O AMAVA. Não tinhamos saído o suficiente com ele para comer, ele não tinha visto as netas crescerem direito. Ele não tinha me visto fazer as maiores conquistas. Tinhamos planos. E Deus levou ele 13 dias depois.
 Sofremos como loucos na madrugada antes dele ir. Meu pai estava se afogando no seu próprio líquido, e eu sabia no momento que eu perguntei a meu irmão se não faríamos nada, que ele já estava fazendo. Estava fazendo com que meu pai sofresse apenas uma vez. A última. Não sei até hoje se o perdoou ou agradeço. Fico imaginando meu pai dependente em casa, e isso nunca foi sua cara.
Meu pai foi internado no hospital que fiz todo meu estágio, era um hospital público, sei todas as dificuldades daquele hospital, e mesmo assim, por causa do meu irmão que era médico de lá, meu pai foi tratado como rei. E essa foi a única coisa que agradeço aquele lugar. Meu pai faleceu no mesmo dia.
Se tive alguma certeza naquele dia era que eu não tinha feito o suficiente por meu pai, fui cega aquela doença, deveria ter visto os detalhes, e eu nunca poderia recompensar o que aquele hospital fez por mim, por ele. Então na primeira oportunidade que tive doei meu cabelo para peruca de pacientes com câncer, não era nem um terço do que eu queria ter feito, mas era o que estava ao meu alcance. E estagiei no hospital, na UTI que meu pai faleceu, por meses. Era minha única forma de agradecer aquele lugar. Fiquei o tempo máximo que pude. Vi idosos que me lembravam meu pai, internado, com câncer, e fiz o que eu pude por eles, como faria por meu pai. Porém um dia tive que ver um idoso com as mesmas características e patologias que meu pai teve, parando, e eu tive que assisti sem poder mexer um dedo, escolha da família, naquele dia pela primeira vez chorei pela morte de meu pai, pela morte daquele idoso. E foi meu último dia. Mas parecia um aviso de que meus dias ali tinham chegado ao fim. Eu tinha concluído minha missão.
Minha depressão se instalou bem nesse dia. E sim, sei o que é depressão, sei de perto o que é isso. Porém eu tinha um irmão e uma mãe. Sabia que minha mãe não venceria a depressão, mais eu precisava. Minha mãe entrou em depressão e eu estala lá diariamente, firme e forte por fora. Chorei escondido, comi para espantar a dor, dormi para parar de pensar, enfiei a cara em um novo blog para pensar em outras coisas que não na morte de meu pai, mas ninguém percebeu isso. Mas levantava todos os dias, sem uma lágrima no rosto, sorria pra encobrir o inchaço, e tentava um dia após o outro. Mas sabe o que eu achei pior disso tudo? Quem cai logo em depressão liberta dentro de si a dor que tanto incomoda, e sinceramente eu nunca pude fazer isso. Levantar todo dia, fingir que nada acontecer, e guardar isso entro de si, e o pior remédio pra vida. Mas é isso que faço diariamente.  
Eu esqueci de mim, para não pirar, para poder estar aqui por outras pessoas. Fora isso meu relacionamento tinha ido água abaixo, e água só tem um sentido, o de ida.
O que eu não sabia que aquela missão seria muito maior do que o que eu tinha esperado para mim. Depois daquele dia eu criei um trauma. Não consigo entrar em um hospital, em uma UTI, em uma emergência, não consigo nem ver idosos na rua, que quero chorar, abraçar e levar pra casa. Não consigo mais trabalhar com pessoas que tenham risco de morte. Fracassei com meu pai, então não me sinto mais apta a isso, fracassarei com todos os outros.
Depois disso decidi que não trabalharia nessa área. Foi assim que decidi fazer pós graduação em estética. Ninguém me perguntou e eu também nunca disse o fato de ter mudado todos os meus planos, especializações ou tentar medicina. Ninguém perguntou e eu segui com isso. Vi pessoas me pedindo meu currículo para colocar em vários hospitais e clínicas. Dava e agradecia. Queriam me colocar na UNACOM. Agradeci também. Mas aquele não era meu lugar, era meu pesadelo. 
Eu circulei perdida por muito tempo, onde a única coisa que eu queria era arrumar uma mala e cair fora. Nesse momento eu nem sei porque comecei a escrever esse texto. Mas sonhei sendo escritora, tendo uma clínica enorme de estética, mas nada disso no fim me faria feliz realmente.
Eu precisava de algo que eu amasse, que tivesse sentido na minha vida, e que ao mesmo tempo trouxesse dinheiro para dentro de casa, uma casa enorme que só traz dívida e que a gente não consegue vender para ir morar em uma menor.
Então decidi que como estava " trabalhando " em um studio de newborn e era algo que eu amava. Eu tinha toda a experiência que precisava, sempre amei fotografia e não saia alto custo abrir um studio, precisava só de alguém que me ajudasse nisso tudo.
Foi ai que tentei conversar com minha mãe. Minha mãe é a melhor do mundo. Se preocupa comigo como ninguém mais faz. Mas com a sobrecarga de atividades dentro e fora de casa e de todas as dívidas, tudo que eu falo com ela, tenho como resposta  que ela não tem dinheiro, não tem tempo pra mim. Minha mãe se quer olha na minha cara ou conversa comigo porque tudo material e mais importante do que sentar cinco minutos comigo e procurar saber internamente como estou. Por isso ela nunca desconfiou que por dentro eu estivesse assim.
Eu descobri que as pessoas só olham para o próprio umbigo, e só olham para frente quando você dá uma de doida, e foi assim que tive atenção de minha mãe agora. Mas não é a atenção que quero. Não é a atenção depois de ficar louca. 
Eu dei a louca, falei coisas que eu não queria dizer, mas disse, não era nenhuma mentira. Eu precisava em algum momento desabafar.
Eu amo minha mãe. Faria qualquer coisa por ela. Mas não dá, não dá para seguir os planos que todo mundo decidi pra mim. Tenho 28 anos e estou desempregada porque eu passei a vida toda aceitando o que as pessoas queriam pra mim. Eu preciso respirar, tomar minhas próprias decisões, fazer o que eu quero. Tenho um irmão que não sabe da metade dos problemas que temos e que vive dentro de casa. Só quem recebe a bomba da vida sou eu, se tudo dá errado a noticia vem  pra mim, e se da certo ele é o primeiro a saber. Ela sempre tem tempo pra perguntar a ele quando ele viaja e quando volta, pra onde vai, o que precisa, o que quer comer. Isso nunca acontece comigo. Cansei. Cansei de dar minha vida para não ter retribuição.
Eu preciso ser reconhecida por ela. Por qualquer coisa. Eu perdi meu pai e ninguém se importou, só lembram de mim pra fazer alguma coisa. E ela? Ultimamente só me dá piada, só reclama, até quando eu faço as coisas. Qualquer coisa que eu faço é motivo de crítica.
Eu amo muito a minha mãe. Mas se eu continuar assim vou entrar no abaixo do fundo do poço. Eu não aguento mais. Eu estou pirando. Quero sair daqui, vender isso. Comprar uma casa menor. Abrir meu studio.
Quero não poder querer estar na sala sempre e ficar olhando pro lado e lembrando das últimas palavras de meu pai, ou olhando para o quarto lembrando dele dormindo e quando eu dormia com ele. Eu quero e preciso RECOMEÇAR. 
quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Testei: Lápis retrátil da ' O Boticário '


O boticário mais uma vez surpreendeu seu publico liberando mais um produto sensacional para divulgação.


Não foi difícil fazer a inscrição no site e pegar o produto, afinal a ' O Boticário ' ainda escolhe a loja mais próxima de você! Top né?


O lápis é tudo isso acima e mais um pouco. Super macio, com duração incrível na pele, não precisa de esforço para esfregar nos olhos. Por ser a prova d'água ele não sai de jeito nenhum. Fiz o teste e mesmo com removedor ele tem uma dificuldade de sair dos olhos.

Ele não serve apenas para a parte internas dos olhos, mas utilizo ele também como delineador! Melhor que muito delineador líquido, te dá mais segurança por ser sequinho, e caso você consiga borrar, e bem mais fácil de limpar que os delineadores líquidos.

Expliquei tudo bem detalhado no vídeo abaixo:



Quem também usou o produto, o que achou?
terça-feira, 10 de outubro de 2017

Pedro fez 4 anos: Festa no Castelo


Já faz dois anos desde que ganhei a minha primeira DSLR. Mas amei fotografia durante toda a vida. Sempre achei importante as fotos, elas guardam momentos, sorrisos e lembranças que a memória jamais vai apagar. E esse amor cresceu bem mais quando perdi meu pai, a fotografia ganhou muito mais sentido. 
Depois de um tempo nesses dois anos, pensei em desistir, sempre penso em desistir de tudo, sou muito boa em muita coisa, mas quando aquilo está na minha frente me questiono o quão boa eu sou. Mas li algumas coisas, vive outras e decidi que medo faz parte da vida. E encarei a fotografia como modo de trabalho, e estou orgulhosa com meu primeiro trabalho de fotografia:













































O que acharam das fotos?

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